DOURO/DUERO TERÁ “CANDIDATURA CONJUNTA” DE INVESTIMENTOS COM IMPACTO TRANSFRONTEIRIÇOO Vale do Douro/Duero será objecto de uma “candidatura conjunta” das Regiões do Norte de Portugal e de Castilla y León visando investimentos fundamentais, com impacto transfronteiriço, para o seu desenvolvimento sócio-económico. Esta é uma das importantes decisões acordadas entre o Presidente da CCDR-N, João Moura de Sá, e o Presidente do Governo Regional de Castilla y León, Juan Vicente Herrera, no encontro realizado em Valladolid durante o dia de ontem, 19 de Abril. Esta iniciativa de definição de um “pacote conjunto” de investimentos concretos, com carácter prioritário, no Vale do Douro/Duero deverá estar concluída no primeiro trimestre do ano 2006 e será submetida, segundo metodologia a definir, ao apoio dos fundos comunitários da União Europeia. A esta tomada de decisão não é alheio o facto de existirem, do lado português e do lado espanhol, um conjunto de documentos estratégicos (como são os casos do Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro, do Plano Regional de Ordenamento do Território do Douro e do Plano “Cupúlas del Duero”) que, de acordo com o Presidente da CCDR-N, «asseguram um importante e muito útil conhecimento para o desenvolvimento sócio-económico do património comum Douro/Duero». Firmada foi também a intenção de realizar um levantamento das oportunidades de desenvolvimento empresarial na zona de fronteira das duas regiões, através da captação de novos investimentos, numa iniciativa que envolva os responsáveis regionais de economia, as associações empresarias, as câmaras municipais e outros agentes revelantes. Este encontro juntou ainda os Consejeros do Governo Regional de Castilla y León com o pelouro das áreas da economia, emprego, fundos comunitários e finanças, e o Vice-Presidente da CCDR-N com a responsabilidade do planeamento regional e fundos comunitários, Carlos Bernardo. Em Junho está previsto um novo encontro entre os Presidentes da CCDR-N e da Junta de Castilla y León. Para o Presidente da CCDR-N, João Moura de Sá, «esta concertação de esforços entre regiões vizinhas é uma oportunidade única para capitalizar recursos de desenvolvimento em territórios economicamente deprimidos e conferir maior escala às intervenções que visem a sua promoção. Por isso, é nossa obrigação intensificar este caminho de cooperação.» CCDR-N e Porto, 2005-04-20 voltar |
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Última actualização: 2016-02-25
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